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Aquecimento Residencial: O Que Mudou e o Que Não Funciona Mais

  • Foto do escritor: Dum Inovação
    Dum Inovação
  • há 33 minutos
  • 2 min de leitura

O aquecimento residencial evoluiu mais nos últimos cinco anos do que em décadas anteriores. Em 2026, muitas soluções que antes eram comuns já se tornaram ineficientes, caras ou obsoletas. Ainda assim, boa parte do mercado continua repetindo modelos antigos, enquanto o consumidor busca tecnologia, eficiência e sustentabilidade real.


Até poucos anos atrás, aquecer significava improvisar: aquecedores portáteis, consumo elevado de energia, risco elétrico e conforto limitado a um único ambiente. Esses sistemas não apenas desperdiçam energia como também criam calor irregular, ressecam o ar e aumentam a conta de luz sem entregar conforto verdadeiro.



O que mudou em 2026 foi a lógica. Hoje, aquecer bem significa distribuir calor de forma uniforme, manter temperatura estável e reduzir o esforço do sistema ao mínimo necessário. Tecnologias modernas trabalham com sensores, automação e integração com fontes renováveis, eliminando desperdícios.


Outra mudança importante é o foco no ambiente como um todo, e não em pontos isolados. Sistemas antigos aquecem o ar, mas ignoram paredes frias, pisos gelados e umidade. Já os sistemas atuais atuam no equilíbrio térmico completo do espaço, combatendo o mofo, a condensação e o desconforto estrutural.




O consumidor de 2026 também não aceita mais soluções barulhentas, visíveis ou esteticamente invasivas. O aquecimento passou a ser parte do projeto arquitetônico, discreto, silencioso e integrado ao design do imóvel.


A DUM Inovações atua exatamente nesse novo cenário, oferecendo soluções que substituem o improviso por inteligência térmica. Sistemas duráveis, de baixo consumo, preparados para integração com energia solar e com controle preciso da temperatura.


Em 2026, não funciona mais aquecer gastando muito, aquecer só um cômodo ou aquecer sem controle. Funciona planejar, automatizar e equilibrar. Quem continua usando soluções antigas paga mais, vive pior e perde eficiência. Quem atualiza, transforma o conforto em ativo permanente da casa.

 
 
 

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